Novos residentes em enfermagem e fisioterapia iniciam atividades

O Hospital Municipal Dr. Mário Gatti iniciou na manhã desta segunda-feira a nova residência multiprofissional em fisioterapia e enfermagem. Os doze aprovados – seis fisioterapeutas e seis enfermeiros – participaram de uma oficina de acolhimento, que contou com a participação de coordenadores e gerentes de diversas áreas do hospital. O primeiro contato com os novos residentes foi feito pelo diretor técnico e presidente em exercício do hospital, Dr. Salvador Pinheiro. Ele destacou a importância da residência multiprofissional, algo inédito em todo o Brasil. “Vocês são muito bem-vindos ao Hospital Mário Gatti. Essa é a primeira residência multiprofissional que é realizada no Brasil e isso é algo importante para todos nós. Nosso foco é o usuário e o trabalho em conjunto é importante para o nosso sucesso”, disse. A questão da humanização do serviço, chamado de generalista (que não vê o paciente de forma isolada, mas sim em um contexto), também foi enfatizada. Integrante da comissão organizadora, Renata Gigante, expôs sobre a idéia de formar profissionais capacitados não somente tecnicamente, mas também capazes de trabalhar com atenção integral ao usuário. “Essa era a nossa busca quando idealizamos a residência multiprofissional e por isso que escolhemos vocês”, comentou. Renata fez questão de agradecer a todos do hospital pela colaboração constante no processo de idealização do projeto, aperfeiçoamento e divulgação da residência. “É um sonho que trabalhamos juntos e agora se tornou realidade. Hoje, 1º de setembro, começa mais uma etapa desse processo, que teve a ajuda de todos para se tornar possível”, afirmou. A representante da Prefeitura Municipal de Campinas, Elisabeth Lelo elogiou a iniciativa do hospital. “Todas as pessoas envolvidas nesse processo estão de parabéns, afinal, não é fácil ser pioneiro em nenhuma situação, quanto mais na área da saúde. O projeto foi muito bem desenvolvido e já é um sucesso. A responsabilidade é grande, mas a recompensa, maior ainda”, elogiou. Após a apresentação inicial, aconteceu uma dinâmica de grupo, para que todos pudessem se conhecer melhor. “A integração é muito importante em um momento como esse. Eles (os residentes) se conhecem melhor e já formam um grupo”, explicou Renata. Com ânimo novo, os residentes, divididos em sete mulheres e cinco homens, aprovaram o primeiro dia no HMMG. “A expectativa do início era muito grande e agora a gente já ficou muito mais solto. Todos nos receberam muito bem e a gente sai daqui como um grupo mesmo, disposto a dar o nosso melhor. Estamos animados para essa nova fase”, contou Karina Jorgello, residente em enfermaria. A residência tem uma carga horária de 60 horas semanais e duração de dois anos. Durante esse período, os residentes vão ganhar uma bolsa auxílio no valor de R$ 2.100,00 e passar por experiências práticas e vivências em unidades básicas de saúde. Além do HMMG, estão envolvidos no processo os Centros de Saúde do Distrito Sul (CS Jd. Paranapanema, CS V. Ipê e CS Figueira), o SAID (Serviço de Atendimento Domiciliar), o Centro de Reabilitação, Centro de Referência do Idoso, a Maternidade de Campinas e o CETS (Centro de Educação do Trabalhador da Saúde).
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