Anvisa defende que bebida isotônica seja só para atleta

São Paulo - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) defende que as bebidas isotônicas sejam consumidas só por atletas profissionais e não por pessoas que fazem atividades físicas em prol da saúde ou estética. Na sexta-feira, foi aberto processo de consulta pública sobre a proposta. Durante 60 dias, serão aceitas sugestões de especialistas, população e fabricantes para que uma nova resolução seja publicada e passe a valer como regra nacional.
O argumento da Anvisa é que hoje há consumo inadequado da bebida esportiva. Em alguns casos, a necessidade de reposição de nutrientes proporcionada pelo produto não é recomendada para a atividade física que a pessoa pratica. A sugestão é que o rótulo seja alterado do atual "alimentos para praticantes de atividade física" para "alimentos para atletas".
A Anvisa propõe ainda que a rotulagem contenha a mensagem: "o consumo deste produto nas provas de longa duração deve obedecer à orientação de nutricionista ou médico, pois o excesso pode ser prejudicial à saúde do atleta". "Nossa preocupação é com o consumidor. Apesar de não termos observado nenhum desvio desse tipo (problemas de saúde provocados pelo mau uso dos isotônicos), estamos nos precavendo para que não tenham problemas", afirma Maria Cecília Brito, diretora da Anvisa. As informações são do Jornal da Tarde.

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Quais medicamentos podem ser ingeridos pelas gestantes?

Remédios são desaconselhados sem indicação médica, incluindo fitoterápicos, homeopáticos, vitaminas e floraisO senso comum já prega há muito tempo que grávida não pode tomar remédio. "E não pode mesmo. O uso indiscriminado de remédios é totalmente condenado durante gravidez. Esta proibição também inclui formulações à base de plantas, como os chazinhos curativos", alerta o ginecologista e obstetra Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Gênesis. Tanto cuidado se justifica porque a exposição a certos compostos químicos pode causar danos graves ao feto, como malformações, deficiências funcionais, retardo do crescimento e até mesmo a morte. "Nenhum medicamento deve ser tomado sem orientação do obstetra. Mesmo se for prescrito por outro especialista, o médico que acompanha a gestação deve ser informado. Este cuidado deve ser maior nos três primeiros meses, quando se formam todos os órgãos do bebê. Nessa fase, remédios são desaconselhados sem indicação médica, incluindo fitoterápicos, homeopáticos, vitaminas e florais", reforça o ginecologista.Algumas drogas podem ser muito nocivas durante a gravidez, como, por exemplo, os retinóides (congêneres da vitamina A), em especial a isotretinoína, indicada para quadros graves e persistentes de acne, que provoca anomalias no sistema nervoso como hidrocefalia e retardo mental, defeitos no aparelho cardiovascular e alterações no crânio, especialmente nas orelhas. A warfarina, utilizada para o controle da pressão arterial e para o tratamento da trombose, pode causar aborto, defeitos no sistema nervoso e hemorragia cerebral. Dois princípios ativos contra convulsões são acusados de alterar a formação da coluna vertebral do nenê: a carbamazepina e o ácido valpróico, esse último também receitado para prevenir crises de enxaqueca. Também entram na lista dos proibidos os fármacos para tratamento de câncer, que podem prejudicar o desenvolvimento do feto como um todo porque interferem na divisão celular.Nem os naturaisOs fitoterápicos, medicamentos à base de ervas, também oferecem riscos. A cáscara sagrada, que é um laxante natural, pode causar contrações antes do tempo, com possibilidade de aborto e parto prematuro. O guaco, com o qual se faz xarope contra tosse, oferece risco de hemorragias. A hortelã, consumida na forma de chá contra gripes e resfriados, pode causar malformações, se utilizada em altas doses. Como tempero, ela é liberada. "Até uma vitamina pode fazer estragos. O excesso de vitamina A é associado a malformações. Muitas gestantes necessitam de suplementação de ácido fólico, ferro e cálcio, dentre outros nutrientes. Mas nem todos os complexos vitamínicos são adequados nessa fase da vida", alerta o ginecologista Aléssio Calil Mathias. Quando é imprescindível?Em alguns casos, a medicação se torna imprescindível porque a gestante apresenta algum distúrbio que pode trazer complicações importantes para a gravidez ou mesmo que possa colocar sua vida em perigo. "Nestes casos, a falta de tratamento compromete mais a gestação do que o uso do remédio em si", explica o diretor da Clínica Gênesis. Conheça estas exceções:Hipertensão – se não for controlada, a elevação da pressão arterial da mãe ocasiona retardo no crescimento intra-uterino, parto prematuro e nascimento de bebês de baixo peso. Estudos comprovaram a segurança de algumas drogas anti-hipertensivas como certos betabloqueadores;Diabetes – taxas altas de açúcar no sangue da gestante podem levar a malformações e à morte fetal. O tratamento é feito com dieta hipocalórica (orientada por uma nutricionista especializada e exercícios físicos orientados por um personal especializado em gestantes) e, muitas vezes, com o emprego da insulina;Epilesia – embora as drogas para controle do distúrbio não sejam totalmente isentas de riscos, é preciso avaliar bem a relação custo/benefício. Crises convulsivas freqüentes podem comprometer a oxigenação do bebê, por isso os remédios são mantidos;Depressão – se a gestante tiver depressão leve, uma psicoterapia é suficiente para ajudá-la a recuperar o equilíbrio emocional. Mas em casos moderados e graves, talvez não seja o bastante. Quando o risco de suicídio é grande, o antidepressivo precisa ser administrado. Mulheres com depressão crônica são mais vulneráveis à depressão pós-parto, por isso, a medicação não é interrompida;Doenças infecciosas – a mais comum é a infecção urinária, que se não for bem tratada com antibióticos, pode acarretar em parto prematuro. Existem antibióticos seguros para uso na gravidez, prescritos quando o distúrbio é diagnosticado por exames;Corrimentos vaginais – a queda na imunidade que ocorre nos nove meses torna as gestantes mais predispostas a inflamações genitais. A falta de tratamento pode levar ao parto prematuro. Alguns cremes são permitidos para uso na gravidez;Distúrbios da tireóide – o hipotireoidismo é um quadro bastante comum e requer tratamento porque a falta do hormônio da tireóide na gestação está relacionada a uma certa diminuição do QI do bebê, trazendo como conseqüências dificuldades de aprendizado na idade escolar. O excesso de hormônio (hipertireoidismo) também traz prejuízos e precisa ser tratado, pois eleva o índice de abortos no primeiro trimestre.Como lidar com outras situações?Enjôos – fracione as refeições para não ficar muitas horas em jejum. Prefira alimentos gelados e evite comida gordurosa. Se não resolver, os ginecologistas, às vezes, prescrevem dimenidrinato isolado ou associado à vitamina B6 ou metoclopramida. Outra opção é a acupuntura, que dá bons resultados em casos de náuseas e vômitos e é permitida desde o começo da gestação;Resfriados – dores e febres são controladas com paracetamol, mediante prescrição médica. Os descongestionantes nasais estão proibidos, pois podem estreitar os vasos da placenta e comprometer o fluxo de sangue para o bebê. É melhor pingar nas narinas soro fisiológico ou fazer inalação só com o soro. Nada de drogas contra tosse, especialmente as que contêm codeína e formulações à base de guaco. Prefira mel com limão;Inchaço – reduza o sal na comida, descanse com as pernas elevadas e faça exercícios físicos para ativar a circulação;Enxaqueca – analgésicos mais fortes não são recomendados e os remédios para prevenir as crises também estão fora de questão. O médico pode recomendar paracetamol e, como segunda opção, dipirona. A acupuntura também traz alívio. É conveniente que se verifique resistência à insulina (causa freqüente de enxaquecas) e se confirmada, poderá ser tratada;Insônia – leite quente com mel antes de dormir pode trazer conforto. Massagens relaxantes e acupuntura também são boas dicas.SERVIÇO:Clínica GênesisTel.: (11) 36284805/36284804Website: www.clinicagenesis.com.brEmail: alessio@clinicagenesis.com.brVeja mais sobre o assunto em nossa coluna de Saúde Feminina com Prof. Dr. Mauricio Simões Abrão

Médico é condenado a pagar R$ 87 mil a paciente por cirurgia plástica mal-sucedida

O cirurgião plástico Altamiro da Rocha Oliveira foi condenado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a pagar R$ 87 mil a sua ex-paciente Marília de Sá Marques Poliano, que teve a mama deformada após cirurgia plástica mal-sucedida, de cunho estético, para esvaziamento da mama e colocação de prótese.
A quantia corresponde a R$ 50 mil de indenização por danos morais, R$ 5 mil por outra operação a que a paciente teve que se submeter, R$ 2 mil pelo uso de motorista, uma vez que a vítima ficou impossibilitada de dirigir, e R$ 30 mil pelos lucros que ela deixou de ganhar, pois não pôde trabalhar durante 15 meses.O médico alegou que os problemas ocorreram porque havia nódulos malignos na mama da paciente. A desembargadora Letícia Sardas estranhou o argumento, já que a cirurgia foi realizada sem a presença de um oncologista: "Só o cirurgião plástico realizou a cirurgia sem o auxílio de um oncologista. Se a paciente fosse portadora de câncer de mama, o cirurgião plástico não faria. Ela foi submetida a cinco cirurgias, um absurdo. Não vai recompor a mama nunca mais", afirmou. Letícia Sardas disse também que laudos comprovaram a inexistência de nódulos malignos na mama da paciente em exames realizados em 1993, 1994 e 1995. "Houve negligência sim", concluiu."Jamais foi ventilado que ela teria câncer, nódulo e, no entanto, houve uma tragédia, algo chocante", afirmou o desembargador Sergio Cavalieri. O desembargador destacou que se trata de uma relação de consumo na qual o médico é um prestador de serviços. "O foco é este: saber se houve ou não defeito na prestação do serviço", ressaltou o desembargador.
Na ação de indenização, Marília de Sá conta que foi submetida a uma cirurgia plástica em janeiro de 1995 e que, logo após a operação, o médico garantiu que estava tudo bem e que não havia perigo de displasia (desenvolvimento anormal dos tecidos da mama) ou câncer. Tempos depois, a paciente começou a sentir fortes dores e foi atendida na clínica de Oliveira, onde sofreu infecção hospitalar após punções e injeção de antibióticos.As dores não cessaram e Marília foi submetida a outra cirurgia, em março do mesmo ano, para colocação de nova prótese, pois a anterior havia se rompido. Ela passou ainda por duas operações, sendo a última de emergência. Como os problemas não acabaram, ela buscou os serviços de outra cirurgiã plástica, que afirmou que a prótese estava exposta.
Créditos: http://noticias.uol.com.br


Estudo liga pouco sono a câncer de mama

Mulheres que regularmente dormem seis horas ou menos por noite podem estar aumentando o risco de ter câncer de mama em mais de 60%, segundo um estudo de pesquisadores japoneses.O estudo, realizado por uma equipe da Tohoku University Graduate School of Medicine in Sendai, no Japão, foi publicado na revista acadêmica "British Journal of Cancer".Os cientistas analisaram os hábitos de quase 24 mil mulheres com idades entre 40 e 79 anos durante oito anos. Nesse período, 143 foram diagnosticadas com câncer de mama.Eles descobriram que aquelas que dormiam regularmente seis horas ou menos por noite tinham 62% mais chances de ter câncer de mama comparado com as que dormiam regularmente sete horas. Além disso, mulheres que dormiam, em média, nove horas por noite tinham 28% menos chances de ter o tumor.Os cientistas acreditam que a ligação pode estar no hormônio melatonina, produzido pelo cérebro durante o sono para regular o relógio interno do corpo. A melatonina teria um papel importante na prevenção do câncer de mama ao controlar a quantidade de hormônios sexuais que é liberada.Eles afirmam, no entanto, que não tiveram informações sobre a qualidade do sono das mulheres, o uso de remédios para dormir ou a presença de problemas na hora de dormir. A organização Cancer Research UK disse que um "número crescente de estudos" aponta para uma ligação entre falta de sono e câncer. "A evidência atual sugere que hábitos na hora de dormir podem ter um pequeno efeito no risco de câncer de mama", disse Henry Scowcroft, da Cancer Research UK ao jornal "Daily Mail"."Mas ainda é muito cedo para dizer se esse efeito é importante quando comparado com outros fatores de risco no estilo de vida, como peso, exercícios e consumo de álcool", concluiu. Créditos:Da BBC Brasil

Funcionário que fumar no Hospital das Clínicas, em SP, pode ser suspenso

Funcionários do HC (Hospital das Clínicas), em São Paulo, que forem surpreendidos fumando podem ser suspensos a partir desta segunda-feira (3). O Instituto Central do HC estendeu a proibição do fumo para áreas que funcionavam como 'fumódromos' do Pronto-Socorro, do Prédio dos Ambulatórios e das unidades de internação, como jardins, pátios abertos e corredores. Os que desejarem fumar - sejam funcionários, visitantes ou pacientes - só poderão fazê-lo na calçada.
De acordo com a assessoria do HC, o pessoal dos setores de segurança e higiene e limpeza foram treinados para fazer a abordagem dos que estiverem infringindo a norma. Bitucas também servirão como indicadores da conduta irregular.No caso dos funcionários, os infratores receberão primeiro uma advertência verbal. Na reincidência, uma advertência por escrito. Se houver persistência, o funcionário pode ser suspenso. Nem mesmo os pacientes dependentes do tabaco poderão continuar a acender cigarros nas dependências do hospital. Estes receberão, no momento da internação, um adesivo cinza na ficha, que indica à equipe médica que o paciente deverá ter seu grau de dependência avaliado. Se necessário, ele poderá ser submetido à terapia de substituição da nicotina, feita com a aplicação de adesivos sobre a pele.Quanto aos visitantes, serão advertidos verbalmente sobre a proibição. Em caso de insistência, poderão receber multa. De acordo com a assessoria de imprensa, o HC está se adequando à lei estadual 13.016, de 19 de maio de 2008, que proíbe o fumo em prédios públicos.
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